domingo, 14 de novembro de 2010

Sem inspiração!

Não gosto de sentir a falta, a falta de inspiração! Dias melhores virão, para uma melhor imaginação!
A aguardar que chegue logo, logo!
Até lá então!

domingo, 7 de novembro de 2010

SEU NOME... é Paixão!

Inimiga da lógica,
Que encontra o seu maior segredo!
Não tenta...
Não se procura...
Inimiga da física normal,
Sabe o que a atrai...
Sensação estranha,
Sensação paranormal!

Dias passam...
Chega à conclusão,
Que a sua face
É a explosão,
Do seu orgulho, cativo!

Perde-se na química
Inexplicável...
Vibra ao ouvir
Seu nome...
Pessoa inigualável!

Esse alguém
Que prende e liberta
Que faz ir mais além...
Esse nome que desperta
A ansiedade...
Da física ou da química,
Da lógica ou da variável inversa!

A saudade
Que fica... não importa
Desse nome...
Razão contrária
Do pensar, da imaginação!
Inimigo da sensatez
Que arrebata o coração!

Seu nome...
Amigo inimigo
Deste pensamento
Liberto de razão
Amigo inimigo
Deste momento
Em que aquilo que fica
É aquilo que se sente
Sensacional...
Não se desmente
Uma grande paixão!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Sigo-te!

Sigo a tua presença por caminhos sinuosos para saber quem és.
Procuro teu nome por entre os teus passos subtis e percorro largas distâncias, entre portas e portões, para desvendar a tua morada. Anseio surpreender-te, bloquear teu olhar, prender-te o rosto e tranquilizar as tuas feições desconfiadas.
Sigo-te de pedra em pedra, de lado para lado, até que tu me encontres ao acaso, sem entenderes que eu estava mesmo no teu alcance.
Sigo teu perfume, que flutua pelo ar, com a esperança que ele me leve até àquela esquina onde te vigio ao longe e peço ao vento que sopre no teu rosto... Voltas tua face para mim... eu aceno com fugazes sorrisos e expectante de uma aproximação forçada, normal! Aí te deparas com a minha presença acanhada, esvoaças um riso subtil, caminhas na minha direcção... ansiosa que seja naquele momento em que tropeces sobre mim, um olá talvez! Mas miras de canto e segues noutra direcção!
Desolada sigo-te, pela manhã, pela tarde, até à noite.
Sigo as marcas dos teus passos com suspiros ansiosos de encanto por te sentir cada vez menos distante...
Sigo-te uma vez, mais outra e outra... Não importa!
Sigo-te para que me enfrentes de uma vez!
Trago meu peito aberto, procuro o momento... já não tens coragem de esconder teu coração!
Podes tentar de novo, agora ou depois... Já não podes fugir mais...
Sigo-te no meu inconsciente, agora já bem longe de ti...
Silêncio pedido, silêncio cedido...
É então que sentes a ausência dos meus passos nos teus...
Agora sentes, agora pedes que regresse para te seguir...
Sigo-te em minha própria direcção, por entre palavras que já permitem revelar a essência do teu olhar!
Sigo-te sempre, hoje mais do que nunca, por todas as tuas moradas, por todos os teus passeios, por todas as pedras do caminho, de porta em porta, mudando de direcção ou não...
Sigo-te... Com a tua mão... na minha mão!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Suspiro

Nascer por breves instantes... o coração que se apagou por dor e mágoa...
Nascer por momentos... a alegria que fugiu do olhar...

Um suspiro, uma razão para continuar...
Um sopro, uma vontade...
Um fogo que se ateia em tal combustão que torna difícil inspirar, expirar!
Este suspiro que és e que fazes circular meu sangue em repetidas palpitações.
Colocas meu mundo do avesso, já não sei dizer se és a minha transfusão ou se és o pirata que entranha as artérias e vagueia nas veias.
Quem és, suspiro meu?!
Suspiro que crava meu olhar, dói de intensidade e arrepia em azul a lágrima que desce em pele fina.
Suspiro que lateja e fere...
Suspiro que pulsa e que se torna bandido do meu batimento mais feroz.
Dá-me medo que as partes não sejam iguais. Debato a saudade e a insegurança!
Fraquejo na ansiedade e no carinho, reflito na euforia e na intenção!
Desfeita em mar transparente...sorrio!
Penso então no jorro de meiguice, na ternura desmedida...
Penso que gosto muito de ti. Que gosto de chamar teu nome, que não me importa das vezes em que não sabes a resposta mas finges saber... de quando em espiral sopras pela comissura do teu lábio perfeito tentando não atingir o meu respirar...
Penso ainda na forma como tentas me fazer sentir agradada, até ao último instante, até ao mais pequeno poro do teu ser.
Fazes tudo parecer tão natural....
Gosto quando te perdes na linguagem e te esfumaças em sorrisos....
Quando estás melancólico e me tentas encontrar no meio da saudade...
Suspiro és, quando me preenches...
Quando me agradas em tantas coisas sem se ver qualquer esforço, fazendo parecer tão perto do teu batimento pulmonar.
Gosto da coragem com que estás na minha vida, das alegrias que trazes e das tristezas que consegues desbravar para fora de mim.
Gosto muito mais de ser a tua afeiçao, o teu eco a tua arritmia.
Gosto de saber que te rebato num consolo, que te aperto o coração, que te desnorteio...

Suspiro que tiraste meu coração da dor e da mágoa...
Suspiro que recuperaste a alegria do olhar...
Por breves instantes,
Por breves momentos...

Por hoje ou por sempre, amanhã?!

domingo, 24 de outubro de 2010

Johnny Reid - Thank You

Palavras que enchem...

Sabes... Adoro-te, mesmo muito!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Avançar ou recuar?!

Avançar ou recuar?!
Não há força,
Não há vontade...
Palavras tristes,
Sentimentos fracos...

Avançar ou recuar?
Até quando?!
Quanto tempo mais?!
Este sufoco...
Esta agressão emocional...
Esperança que acaba,
Mesmo sem ter começado...

Os olhos cerram forte,
Aguenta-se a sensação,
De mais cedo ou mais tarde
Não aguentar o coração.

Explodir a revolta
Que custa guardar...
Sem saber o que fazer...
Haverá coragem de avançar?!

Avançar ou recuar?
Mostrar-se quem se é
Ou deixar morrer quem se foi?

Avançar ou recuar?
Procurar a liberdade
Ou fazer a vontade?!
Daqueles que sufocam
Embora sem maldade?!

Avançar ou recuar?!
Perder a tal individualidade?!
Que dói ou desilude,
Mas que não é mais nem menos...
A nossa personalidade?!

Avançar ou recuar?!...